O que o Brasil pode aprender com o mundo para projetar-se no cenário internacional?

Há aproximadamente 25 anos, em 1989, o mundo começava a se reconstruir a partir da queda do muro de Berlim, uma derrubada que representava bem mais que a união entre as “Alemanhas” divididas.  Logo após a Guerra, a conferência de Bretton Woods e o Plano Marshall voltaram às atenções para os países europeus destruídos pelo holocausto. Apesar dos esforços para continuar a manutenção das políticas de cooperação, principalmente com os Estados Unidos, o Brasil não obteve muito sucesso, o foco não estava nesta região.

Hoje, no entanto, o cenário já não é mais o mesmo. Uma nova nomenclatura passou a caracterizar a nação brasileira. Agora, o Brasil é emergente. A economia brasileira teve um salto nos últimos anos. O Brasil aumentou sua atuação diplomática, passou a interferir em conflitos, mediar situações, posicionar-se no ambiente global.

Integrante dos BRICs, o País está crescendo internacionalmente e aprendendo com os seus parceiros, tanto com relação à economia no que diz respeito às políticas que envolvem os membros do grupo. A China como potência econômica, sendo a terceira maior economia do mundo, e a Rússia aproveitando o petróleo e caracterizando-se como um país líder na produção de energia, sem esquecer a Índia como uma das economias que mais crescem no mundo. O que o Brasil tem a aprender com essas nações?

Ao que tudo indica, a nação brasileira tem grandes chances de representação no cenário internacional nos anos que virão. Mas é importante pensar no que precisa ser feito para que as possibilidades continuem crescendo. Só apostar na prosperidade do mercado internacional e na diplomacia política pode não ser suficiente. O que você pensa disso? Quais as lições do mundo para o Brasil? Deixe aqui suas ideias, participe do debate de mais um tema do 25º Fórum da Liberdade!

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