“Felizmente vivemos um clima de plena liberdade de imprensa”, afirma Sirotsky

Conferido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE) durante o Fórum da Liberdade, o Prêmio Liberdade de Imprensa é uma homenagem aos profissionais que preconizam a liberdade de imprensa no Brasil e que se dedicam ao desenvolvimento do pensamento crítico. Neste ano, o prêmio será concedido ao presidente do Grupo RBS, Nelson Sirotsky.

Filho do fundador da RBS, Maurício Sirotsky Sobrinho, Nelson Sirotsky está hoje à frente da empresa. Em 2004 assumiu a presidência da Associação Nacional de Jornais (ANJ), tendo presidido a entidade por dois mandatos. É diretor da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e presidente da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho.

Em uma entrevista ao Fórum da Liberdade, Sirotsky conta como vê a liberdade de imprensa hoje no Brasil e como enxerga o futuro da liberdade da comunicação nos próximos 25 anos. Confira!

FL – O que representa para o senhor receber o prêmio Liberdade de Imprensa?
Sirotsky - Fiquei muito honrado em ser indicado para o Prêmio Liberdade de Imprensa e compartilho essa indicação com o Grupo RBS, como uma homenagem a nossa história de mais de 50 anos na defesa da liberdade de imprensa, e a todos os nossos mais de seis mil colaboradores que atualmente contribuem para a consolidação desse valor em nossa sociedade. Considero esse prêmio um importante reconhecimento ao exercício permanente de liberdade de imprensa e de expressão realizado com responsabilidade pelos nossos profissionais e por nossos veículos. Para o Grupo RBS, que tem compromisso com os interesses e as necessidades de seus públicos, receber esse destaque, neste fórum relevante de ideias, é motivo de muito orgulho.

FL – O senhor acredita que há liberdade de imprensa no Brasil? Por quê?
Sirotsky - Sim. Felizmente vivemos um clima de plena liberdade de imprensa, embora ainda persistam tentativas esporádicas de interferência de alguns setores. Exemplo disso são os Conselhos de Comunicação e os projetos legislativos que pretendem controlar a mídia, invariavelmente propostos por governantes e parlamentares avessos à vigilância da imprensa. As decisões da justiça que provocam censura também nos preocupam muito. Somente o público, pelo processo de livre escolha, tem o direito de controlar a informação.

FL – Como o senhor enxerga o Brasil dos próximos 25 anos com relação à liberdade de comunicação e de expressão?
Sirotsky - Eu espero que o Brasil esteja vivendo processos de autorregulamentação jornalística maduros e reconhecidos pela sociedade, sem qualquer lei cerceadora à liberdade de expressão e com profissionais capacitados e responsáveis para o exercício da sua missão.

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Saiba mais sobre os palestrantes: Guilherme Paulus

Nesta semana, vamos destacar o palestrante Guilherme Paulus. Sócio fundador e presidente do Conselho de Administração da CVC, maior operadora e agência de viagens da América Latina, Guilherme Paulus também é membro do Conselho Nacional de Turismo e presidente da GJP Participações, que controla a GJP Hotéis & Resorts.

Empreendedor de sucesso, já recebeu diversos prêmios, títulos e homenagens, nacionais e internacionais.  Dentre eles, destacam-se a homenagem, a medalha e o certificado assinado pela então ministra da Economia e Turismo da França Christine Lagarde (atual diretora do FMI), pela contribuição ao desenvolvimento do turismo e da economia na França, por ter transformado a CVC na operadora que mais brasileiros envia para a França em viagens de lazer; e reconhecimentos pelas prefeituras de Cancun (México), Isla Margarita (Venezuela), Miami (Estados Unidos), Buenos Aires e Bariloche (Argentina). Paulus foi eleito Líder Empresarial do Setor de Turismo, Lazer e Entretenimento (2010) pelo terceiro ano consecutivo e, em setembro de 2007, assumiu a cadeira de número 28 da galeria de Imortais da Academia Brasileira de Marketing.  Esses são apenas alguns exemplos do sucesso do empreendedor.

Formado na área de administração de empresas e com experiência na indústria do turismo há mais de 40 anos, Paulus debaterá os empreendedores que fazem o futuro. Conheça as ideias desse grande empresário e participe do debate!

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“Aquece Fórum da Liberdade” antecipa debates do evento

O dia em que o 25º Fórum da Liberdade será realizado está chegando, e o pessoal já está se preparando para o grande debate. Na noite da última quinta-feira, dia 29, a diretoria do Instituto de Estudo Empresariais (IEE), acompanhada de profissionais e formadores de opinião, reuniu-se para um “Aquece Fórum da Liberdade”. O encontro ocorreu na Perestroika e tinha como objetivo debater o tema central da edição, ao tentar enxergar o Brasil de 2037.

Primeiramente, o presidente do IEE, Ricardo Gomes, apresentou a história do Fórum da Liberdade, lembrou edições passadas e enfatizou a importância de olhar e pensar os próximos 25 anos. Gomes contou sobre as discussões feitas para definir o tema e a dúvida entre ressaltar o passado, a história, ou pensar adiante.  Mas, ao final, o questionamento foi direcionado à reflexão sobre o futuro e a importância de “fazermos nós mesmos”: “A história do Fórum da Liberdade já passou, a ideia agora é projetar o futuro”, destacou.

Na sequência, o publicitário e debatedor desta edição Tiago Mattos realizou dinâmicas com os convidados, para que pudessem pensar no amanhã de outra forma.  Divididos em grupos, cada participante recebeu uma folha de ofício com uma faixa “bixo” desenhada; dentro da faixa, era preciso imaginar a profissão das gerações futuras, como se cada um fosse parabenizar o seu filho por ter passado no vestibular. A prática gerou discussão sobre novas e velhas profissões, o que, na opinião dos grupos, será de extrema importância nos próximos 25 anos. Dentre as ideias debatidas, surgiram profissões como modificação genética (principalmente para a correção de doenças hereditárias), faculdade de H2O (para lidar com a questão da água), tecnologia da sustentabilidade e engenharia da felicidade.

Logo depois, todos receberam uma bandeira em branco e foram convidados a redesenhar a bandeira que hoje representa a nação brasileira ‒ como se, em 2037 anos, fosse necessário modificar e repensar o Brasil. Muitas foram as ideias que apareceram e que destacavam os valores que cada um percebe sobre o povo, o governo e as instituições. Segundo Tiago Mattos, a ideia de pensar uma bandeira é refletir sobre os valores do Brasil de outro jeito, diferentemente do que estamos acostumados.

As dinâmicas realizadas foram apenas duas das muitas formas pelas quais é possível olhar o futuro.  E essas formas estarão presentes no 25º Fórum da Liberdade, nos dias 16 e 17, na PUCRS. Que pensar o Brasil de amanhã? Então não deixe de participar!

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Saiba mais sobre os palestrantes: Roger Agnelli

Formado em economia pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo, e com uma carreira profissional de peso, Roger Agnelli será um dos palestrantes do 25º Fórum da Liberdade.

Dentre suas experiências no mercado de trabalho, passou por várias instituições renomadas. Agnelli já foi presidente e CEO da Bradespar (2000-2001) e presidente e CEO da Companhia Vale do Rio Doce (2001-2011), maior produtora de minério de ferro e níquel no mundo e uma grande produtora de cobre, alumínio, manganês, carvão, potássio, fosfato e energia. A empresa também explora petróleo e gás.

O economista criou três institutos tecnológicos: um de energia, um na área de biotecnologia e outro na área de mineração, além da Fundação Vale, focada em educação, sustentabilidade e desenvolvimento de infraestrutura da comunidade.

Agnelli vai estar em Porto Alegre nos dias 16 e 17 de abril para passar adiante o conhecimento adquirido em todos esses anos. E para antecipar o debate, confira o que ele pensa sobre as vantagens do Brasil no mercado mundial.

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Saiba mais sobre os palestrantes: Claudia Costin

E hoje vamos destacar a especialista em gestão de políticas públicas e doutora em Gestão, Claudia Costin. Secretária Municipal de Educação do Rio de Janeiro e professora universitária na FGV/RJ, Claudia já foi ministra do Ministério da Administração, vice-presidente executiva da Fundação Victor Civita, secretária de Previdência Complementar do Ministério de Previdência Social e Secretária de Estado da Cultura do governo do Estado de São Paulo.

Tem experiência internacional como professora convidada da Universidade de Québec, gerente do Banco Mundial para a América Latina na área de Setor Público e Combate à Pobreza e consultora para os governos de Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Foi articulista do jornal O Estado de São Paulo e conselheira do Instituto Ecofuturo, da TNC (The Nature Conservancy) e do Conselho Internacional de Sustentabilidade da Dow Chemical. Uma excelente presença no 25º Fórum da Liberdade.

Mas enquanto a gente espera até os dias 16 e 17 de abril, assista ao vídeo em que ela fala sobre os desafios da educação na América Latina, e antecipe o debate!

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Coletiva de imprensa do 25º Fórum da Liberdade será transmitida pelo Twitter

Hoje, dia 27, a diretoria do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) irá apresentar as novidades da 25ª edição do Fórum da Liberdade e a programação completa do evento. A coletiva de imprensa ocorrerá em Porto Alegre, às 11 horas, e será transmitida ao vivo pelo Twitter. Na ocasião, os jornalistas também poderão enviar os seus questionamentos para a diretoria do IEE por meio da rede social.

Além da apresentação da programação, também serão divulgados os agraciados com os Prêmios Libertas e Liberdade de Imprensa.

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Pedro Paranaguá debate o último warm up do Fórum da Liberdade

Na próxima semana, teremos a última sessão do Ciclo de Cinema, Cultura e Liberdade. E, para a discussão, o debatedor convidado será o consultor jurídico e de políticas públicas sobre propriedade intelectual, Internet e comunicação Pedro Paranaguá. Com mais de dez anos de experiência na área, tanto nacional como internacionalmente, Paranaguá é mestre em propriedade intelectual, internet e policy pela Universidade de Londres e professor da pós-graduação em Direito da FGV. Também já foi professor convidado da Duke University School of Law (2011), professor em tempo integral da FGV DIREITO RIO, diretor do programa A2K Brasil do Centro de Tecnologia e Sociedade (FGV), diretor acadêmico-executivo dos cursos de Direito do FGV Online e correpresentante do Creative Commons no Brasil (2005-2010). Atualmente, é doutorando em propriedade intelectual, internet e policy pela Duke University.

Paranaguá comissionou estudos sobre direitos autorais e tecnologia para o Ministério da Cultura, auxiliou o então senador Mercadante na redação do PL de cibercrimes e colaborou para a formação do Marco Civil da Internet. Foi representante da FGV na Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), em Genebra (2005-2009), e membro do Projeto Software Livre-Brasil.

Dentre suas obras estão “Direitos Autorais” (com Sérgio Branco) e “Patentes e Criações Industriais” (com Renata Reis), FGV 2009.

Tanta experiência não dá para perder. Então, não esqueça, dia 26 de março, ele estará no StudioClio, em Porto Alegre/RS (Rua José do Patrocínio, 698, Cidade Baixa), para debater o filme “RIP: a Remix Manifesto” a partir das 19h30. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente na página do StudioClio, pelo valor de R$ 30,00. Mais informações pelo telefone (51) 3254.7200.

E para adiantar só um pouquinho do debate, nós preparamos uma entrevista especial com ele. Leia abaixo!

FL – Um dos assuntos tratados no filme que será debatido é a liberdade de recriar e compartilhar conteúdos. Como você vê essa questão? Até que ponto essa prática faz parte do momento em que vivemos e até que ponto ultrapassa a questão dos direitos autorais? Existe diferença entre pirataria e direitos autorais?
Paranaguá – A legislação de direitos autorais no século XX foi moldada com base no mundo analógico e com apoio no “controle”. O século XXI é baseado no digital, na internet e no “compartilhamento”. Leis que queiram manter o status quo e ignorar o dinamismo do ambiente colaborativo e de compartilhamento ficarão fadadas à desobediência civil. Não estou a dizer que não se devem respeitar os direitos autorais. Ou melhor, que não se devam remunerar os autores. Pelo contrário. Temos, sim, de remunerar os autores. Mas talvez a forma como o direito autoral foi construído no século XX já não sirva mais. Por isso devemos estudar a possibilidade de legalizarmos o compartilhamento e cobrarmos um valor pequeno e justo no acesso à banda larga. Como disse Gilberto Gil no documentário, “O compartilhamento é a própria natureza da criação”.

FL – Uma questão que causou bastante “barulho”, principalmente nas redes sociais, foi a possibilidade da criação de leis que controlem a internet, como o SOPA, nos Estados Unidos, e o ACTA, na Europa. Você acha que leis como essas podem ameaçar a liberdade de expressão dos cidadãos?
Paranaguá – Sem dúvida que tais leis ameaçam, de certo modo, a liberdade de expressão na internet. A Lei Autoral Digital do Milênio (DMCA), dos EUA, de 1998, já vem sendo abusada e vem limitando a liberdade de expressão nos EUA. O ACTA, sobre cópias ilegais, foi construído sem transparência e sem a participação da sociedade. Inclusive membros de países da União Europeia pediram demissão ou se desculparam em público após terem assinado esse tratado. O SOPA teve oposição de acadêmicos das melhores universidades dos EUA, bem como da sociedade civil. No Brasil, o dep. Walter Feldman (PSDB) foi autor de um projeto de lei que foi apelidado de SOPA brasileiro. Depois de assumir que era ruim para o Brasil, ele retirou o projeto.

FL – Há como controlar o que está na internet de fato? Em caso afirmativo, como e por quem seria feito esse controle?
Paranaguá – Muito difícil de controlar o que está na internet. Lembram-se do caso Cicarelli na praia da Espanha? O vídeo ficou viral, se espalhou pela internet, mesmo com a ordem judicial de retirada. Há de ter regulamentação, como o Marco Civil da Internet, para garantir direitos, liberdades, garantias e deveres de usuários na internet. Mas não controle. Claro que o controle dos cabeamentos, dos backbones, pode dar margem a controle, como ocorre na China, e como assistimos no Egito, no Irã, na Malásia etc. O controle é caro e prejudicial à sociedade.

FL – Um dos temas do 25º Fórum da Liberdade trata do papel de cada cidadão para a prosperidade do Brasil. Como seria a melhor forma de posicionar-se frente à oposição entre as tradicionais leis de copyright e as práticas adotadas na era da informação para que o País possa prosperar também nessa área?
Paranaguá – Primeiro: somos grandes importadores ou exportadores de direitos autorais, em termos pecuniários? Digo: a balança comercial do Brasil é positiva ou negativa no que tange a direitos autorais, aí incluídos livros, música, filmes, software? A resposta é: importamos aproximadamente 100 vezes mais do que exportamos. Temos, portanto, de incentivar a produção nacional de livros, músicas, filmes, software etc. Os direitos autorais não são um fim em si mesmos. Mas tão somente um meio para se promover o desenvolvimento sustentável, promovendo a criatividade. Importar leis e modelos europeus ou norte-americanos não é uma boa solução. Devemos promover a diversidade cultural. O acesso ao conhecimento. O compartilhamento de conhecimento. E a remuneração dos verdadeiros autores. Devemos promover políticas públicas que tornem nossa lei de direitos autorais mais equilibrada, mais condizente com a realidade social e econômica do Brasil.

FL – O tema geral do evento deste ano é enxergar o Brasil dos próximos 25 anos. Você acha que em 2037 já vamos ter avançado na questão da liberdade na internet ou estaremos vivenciado uma era de restrições até mesmo no ambiente digital? Por quê?
Paranaguá – Tudo é possível de acontecer até 2037. Até mesmo o (infeliz, anacrônico e antidemocrático) controle da internet. Espero que o equilíbrio e o objetivo primordial de difundir diversidade cultural, sem nos esquecermos de remunerar os criadores, os autores, prevaleçam.

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Última sessão do warm up será na próxima segunda-feira

Na próxima segunda-feira, dia 26, o Instituto de Estudo Empresariais (IEE) realiza a última sessão do Ciclo de Cinema, Cultura e Liberdade, um warm up para o 25º Fórum da Liberdade.

Este é o quarto encontro do evento que conta com a apresentação de filmes seguidos por discussões com especialistas nas áreas temáticas das sessões.

Os longas foram escolhidos a partir de temas atuais como crescimento sustentável, empreendedorismo, política e educação, que fazem parte do tema de comemoração dos 25 anos do Fórum da Liberdade, “2037: que Brasil será o seu?”.

Para finalizar as sessões, o consultor jurídico e de políticas públicas sobre propriedade intelectual, Internet e comunicação, Pedro Paranaguá debaterá o filme “RIP: a Remix Manifesto“.

O Ciclo de Cinema, Cultura e Liberdade terá início às 19h30, e será realizado no StudioClio, em Porto Alegre/RS (Rua José do Patrocínio, 698, Cidade Baixa). Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente na página do StudioClio, pelo valor de R$ 30,00. Mais informações pelo telefone (51) 3254.7200. Não perca!

Saiba mais sobre o filme:

RIP: a Remix Manifesto (2009)
Direitos autorais, pirataria, liberdade de recriar e compartilhar. Com RIP: a Remix Manifesto, o cineasta e cyberativista Brett Gaylor traz à tona as contradições entre as tradicionais leis de copyright e a era da informação e das redes. Partindo da história de Girl Talk, DJ famosos por seus mash-ups – criações que usam como base sons de outros autores -, o diretor entrevista nomes como Lawrence Lessig, criador do Creative Commons, e o músico e ex-Ministro da Cultura brasileiro, Gilberto Gil.

Com algumas imagens filmadas em favelas do Rio, RIP: a Remix Manifesto conta com cenas enviadas por internautas de diferentes partes do mundo e, claro, é exibido gratuitamente on-line. Mas nada melhor do que assisti-lo na tela grande e poder compartilhar suas ideias e impressões ao final.

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Consultoria britânica afirma que cidades brasileiras são pouco competitivas

De acordo com um relatório da consultoria britânica Economist Intelligence Unit, as cidades latino-americanas, incluindo Rio de Janeiro e São Paulo, são pouco competitivas quando comparadas a outras cidades mundiais.  As razões indicadas pelo estudo para o resultado obtido seriam a falta de sustentabilidade e os aspectos da qualidade de vida, que podem ser obtidos mais facilmente em outras localidades mundiais.

As cidades foram avaliadas a partir de oito categorias e analisadas em 31 indicadores individuais. Nova York lidera o ranking, enquanto São Paulo e Rio de Janeiro ocupam, respectivamente, a 62ª e 76ª posição. Além disso, nenhuma das duas cidades brasileiras aparece entre as 60 primeiras posições nas classificações de capital humano, riscos ambientais e naturais, eficiência institucional, força econômica e capital físico. O relatório destaca também que o desenvolvimento nas cidades emergentes não deve estar apenas na construção de arranha-céus, conexões ferroviárias e outras obras de infraestrutura, mas sim em aspectos como educação, qualidade de vida e liberdade pessoal.

Como melhorar tais posições? Não é apenas a questão da competitividade que está em questão, é preciso pensar nos índices que levaram a esse resultado. É isso que precisa ser debatido, construído e melhorado para o desenvolvimento da nação brasileira. Você concorda? 2037: que Brasil será o seu?

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Language of Liberty Seminar Brazil abre inscrições para jovens interessados

Já estão abertas as inscrições para o Language of Liberty Seminar Brazil, que ocorrerá no final de semana que antecede o 25º Fórum da Liberdade – dias 14, 15 e 16 de abril –, no Auditório da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Av. João Pessoa, 52, Centro), em Porto Alegre. Pela primeira vez no Brasil, o seminário será uma imersão acadêmica em inglês, a “língua da liberdade”, e proporcionará aos jovens participantes a ampliação de conhecimentos nas áreas da economia, política e sociedade. E quem participar do evento tem entrada gratuita no Fórum da Liberdade deste ano.

No Brasil, o seminário é organizado pelo economista americano e cofundador e diretor executivo do Language of Liberty, Glenn Cripe; e pelos brasileiros Marcel van Hattem, mestrando em Ciência Política pela Universidade de Leiden (Holanda); João Gustavo Zanella, estudante de administração e diretor do CAEA/UFRGS; e Alice Zanella, biomédica e integrante do NEDEP/UFRGS.

O Language of Liberty Seminar Brazil terá como painéis “Filosofia liberal clássica”, “Economia de Mercado e Escola Austríaca” e “Empreendedorismo”. Dentre os palestrantes, estão confirmados o doutor em Ciência Política pela Oxford University (Reino Unido) e mestre em Filosofia pela Catholic University of America (EUA) Tom Palmer; o desenvolvedor profissional de software, consultor, professor e cofundador da ONG Language of Liberty International Glenn Cripe; o cofundador do Language of Liberty e consultor internacional em desenvolvimento organizacional e programas de treinamento Andy Eischen; o presidente do Instituto Mises Brasil, membro do Conselho de Administração do Grupo Ultra e fundador do Instituo Millenium, Hélio Beltrão; o cientista político, professor de Relações Internacionais no IBMEC-RJ e coordenador do OrdemLivre.org Diogo Costa; e o bacharel em Direito (UFRGS), graduado em Liderança para a Competitividade Global (Georgetown University), mestrando em Ciência Política (PUC-RS) e Diretor de Formação do Instituto de Estudos Empresariais (IEE), Fábio Ostermann.

Para participar do evento, é preciso ser estudante universitário ou recém-graduado, ter conhecimento suficiente de inglês para interagir em um ambiente acadêmico no idioma e passar pelo processo de seleção. Para realizar a sua inscrição, clique aqui. Os ingressos custam R$75,00 para estudantes e R$ 125,00 para profissionais. Os primeiros 40 que se inscreverem receberão um drink da Dublin e pagarão R$ 50,00, se forem estudantes, e R$100,00, no caso de profissionais.  Participe!

Para outras informações, acesse  http://languageoflibertyinstitute.org/camps/2012-camps/brazil-2012

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