Relação entre drogas, violência e liberdade estará na pauta do 25º Fórum da Liberdade

Drogas, violência e liberdade. Já pensou na relação entre os três? Qual a liberdade que se tem para escolher? Qual a liberdade que se tem para não ser vítima?

Em março de 2011, o Departamento de Estado Americano divulgou, em seu relatório sobre a “Estratégia para o Controle Internacional de Narcóticos”, que o Brasil é o maior consumidor de drogas na América do Sul e que o consumo continua crescendo. De acordo com um relatório publicado pela ONU, a nação brasileira tem 900 mil consumidores de cocaína.

No dia 7 de dezembro do mesmo ano, a presidente Dilma Rousseff lançou o programa “Crack, é possível vencer”. Na cerimônia de abertura, ela afirmou que a intenção é criar um pacto entre o Estado e a sociedade para enfrentar o crack no Brasil. A ideia do governo é investir R$ 4 bilhões para aumentar a oferta de atendimento de saúde aos usuários de drogas, enfrentar o tráfico e ampliar ações de prevenção. No mesmo dia, a presidente afirmou que, em 2011, o SUS atendeu 250 mil usuários de drogas por mês. Em 2003, esse número era dez vezes menor.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Sangari divulgou, em 14 de dezembro de 2011, que, em 30 anos, o Brasil ultrapassou a marca de um milhão de vítimas de homicídio. Assim também uma pesquisa da Middlesex University, de Londres, revelou que a violência presente no Rio de Janeiro preocupa mais turistas brasileiros do que estrangeiros. 85% dos entrevistados citaram a violência como principal problema da cidade. Mas não é só no Rio que a questão é preocupante. Uma reportagem publicada no The New York Times enfoca o nordeste brasileiro como uma das regiões mais atormentadas pela criminalidade.

Não faltam evidências de que é preciso melhorar. Mas o que leva a esses altos índices de criminalidade, homicídios e violência? Se as drogas são o grande incentivo para tudo, qual a melhor forma de combatê-las? Qual o papel do governo e qual a participação da sociedade? Traga suas opiniões aqui para o blog!

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