Fórum Econômico Mundial discute a infraestrutura brasileira

Durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, muitos pontos foram debatidos. Especialmente para o Brasil, um alerta foi feito: a infraestrutura do País ainda é um desafio. E quem detectou a situação foi o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno.

O presidente do BID, no entanto, não foi o único. Também o secretário-executivo do ministério brasileiro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alessandro Teixeira, lembrou que o Brasil vive um ”apagão” nesse setor, sendo obrigado a reconstruir estradas, aeroportos e portos. Além disso, apontou como desafios a questão dos impostos e a reforma da Previdência Social.

Apesar do alerta e do reconhecimento da situação, o chanceler Antonio Patriota ressaltou que o Brasil tem capacidade para transformar-se em uma potência militar, exercendo a diplomacia e o diálogo.

Duas questões debatidas no Fórum Econômico Mundial são tema do 25º Fórum da Liberdade. A primeira delas é a infraestrutura brasileira. Se ainda é um desafio, o que deve ser feito para melhorar? Será que os investimentos no setor estão sendo suficientes? Será que o planejamento está sendo feito da melhor forma? O que mais é preciso para que o País consiga avançar nessa área?

A segunda questão enfocada é a capacidade do Brasil para projetar-se como potência militar. Durante as palestras de abertura do Fórum da Liberdade, o gerente de marketing do Grupo Vulcabrás/Azaléia, Márcio Callage, ressaltou que o País precisa de um foco, uma marca característica para que possa investir nela e para que seja conhecido por ela. Será esse o novo marketing do Brasil? Nada de futebol, carnaval e festa. Será que agora é hora de enxergar e mostrar a nação da diplomacia?

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