Um país de destaque

Esta semana será marcada pela maior feira de tecnologia e comunicação do mundo, a CeBIT. O evento, que teve sua abertura nesta segunda-feira dia 5, ocorre em Hannover, na Alemanha, e tem um parceiro na posição de destaque: o Brasil.

O grande passo da nação brasileira como parceira é aproveitar a oportunidade para vender o País como um importante polo de produção tecnológica. Mesmo sendo o sexto maior mercado consumidor do setor de tecnologia e comunicação, o Brasil ainda tem sua produção voltada ao mercado interno, e é essa barreira que tenta romper.

Segundo dados da BBC Brasil, dos cerca de 4.200 expositores, 130 serão brasileiros, distribuídos entre empresas e instituições privadas e governamentais. Para muitos, a parceria deste ano é uma oportunidade única de negócios, um ensejo para mudar a imagem do Brasil para a de um país que também exporta produtos com alto valor agregado.

A participação do Brasil na CeBIT de 2012 pode ser enquadrada em mais de um dos temas do 25º Fórum da Liberdade, quando pensamos no futuro do País. É possível imaginar os participantes como profissionais de um futuro próximo, que aproveitam as oportunidades e que tentam crescer por meio delas. Além disso, é possível ver um Brasil que se inspira em países desenvolvidos em busca de crescimento, ao mesmo tempo em que é possível analisar um evento como esse como uma das muitas portas de acesso à prosperidade.

Como você vê essa parceria e quais os impactos de ações como essa para os próximos 25 anos? Deixe aqui seu comentário!

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14 cidades brasileiras estão entre as 50 mais violentas do mundo

Em janeiro deste ano, uma pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal divulgou que, das 50 cidades mais violentas do mundo, 14 são brasileiras. O número representa quase um terço do total, uma situação nada agradável para quem por vive aqui, correto?

No ranking, o Brasil aparece pela primeira vez na terceira posição. Com uma taxa de 135,26 homicídios para cada 100 mil habitantes, Maceió só perde para a cidade de San Pedro Sula, em Honduras, com uma taxa de 158,87 homicídios, e para Juárez, no México, com uma taxa de 147,77.

Há quem diga que já estamos acostumados à violência e que, talvez, nem pareça tanto. Mas a questão que fica é se é isso que queremos para os próximos 25 anos? É melhor acostumar-se ou tentar modificar a situação? Outros preferem a desculpa de que “não tem jeito, é assim”. Mais uma vez, uma resposta cômoda a quem questiona a situação.

No 25º Fórum da Liberdade, será debatida a relação entre drogas, violência e liberdade. Mas o debate já começa agora. O que influencia a criminalidade e a violência no Brasil? O que cada um pode fazer para que o País não ocupe mais um número tão elevado em rankings como esse? De quem é esse papel: do Estado, das pessoas, de todos?

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O que o Brasil pode aprender com o mundo para projetar-se no cenário internacional?

Há aproximadamente 25 anos, em 1989, o mundo começava a se reconstruir a partir da queda do muro de Berlim, uma derrubada que representava bem mais que a união entre as “Alemanhas” divididas.  Logo após a Guerra, a conferência de Bretton Woods e o Plano Marshall voltaram às atenções para os países europeus destruídos pelo holocausto. Apesar dos esforços para continuar a manutenção das políticas de cooperação, principalmente com os Estados Unidos, o Brasil não obteve muito sucesso, o foco não estava nesta região.

Hoje, no entanto, o cenário já não é mais o mesmo. Uma nova nomenclatura passou a caracterizar a nação brasileira. Agora, o Brasil é emergente. A economia brasileira teve um salto nos últimos anos. O Brasil aumentou sua atuação diplomática, passou a interferir em conflitos, mediar situações, posicionar-se no ambiente global.

Integrante dos BRICs, o País está crescendo internacionalmente e aprendendo com os seus parceiros, tanto com relação à economia no que diz respeito às políticas que envolvem os membros do grupo. A China como potência econômica, sendo a terceira maior economia do mundo, e a Rússia aproveitando o petróleo e caracterizando-se como um país líder na produção de energia, sem esquecer a Índia como uma das economias que mais crescem no mundo. O que o Brasil tem a aprender com essas nações?

Ao que tudo indica, a nação brasileira tem grandes chances de representação no cenário internacional nos anos que virão. Mas é importante pensar no que precisa ser feito para que as possibilidades continuem crescendo. Só apostar na prosperidade do mercado internacional e na diplomacia política pode não ser suficiente. O que você pensa disso? Quais as lições do mundo para o Brasil? Deixe aqui suas ideias, participe do debate de mais um tema do 25º Fórum da Liberdade!

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