Estacionamento da PUCRS terá valores promocionais durante o Fórum da Liberdade

Hoje e amanhã, o estacionamento do Edifício Garagem da PUCRS (próximo ao Tecnopuc, com entrada pela Christiano Fischer) terá valores promocionais para os visitantes. Veja abaixo e aproveite!

R$ 4,30 (até 2 horas)

R$ 7,00 (turno de 4 horas)

Hora adicional: R$ 1,40

Aos estudantes da PUCRS, é recomendada a utilização dos estacionamentos do Hospital São Lucas(R$ 2,30, das 18h30min às 24h) e do Parque Esportivo(R$ 2,30 por acesso), valor válido para alunos da Universidade mediante acesso com a carteira de estudante.

A lotação dos estacionamentos pode ser acompanhada on-line por meio do site: www.pucrs.br/estacionamentos ou pela conta de Twitter: http://twitter.com/estacionepucrs.

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Revista do Fórum da Liberdade está disponível para leitura

A revista da 25ª edição do Fórum da Liberdade já está pronta e será distribuída durante o evento. Mas se você quiser dar uma olhadinha antes, confira aqui embaixo. Leia sobre a programação, sobre o tema, veja informações sobre o Índice de Liberdade Econômica 2012 e o Índice Internacional de Direitos de Propriedade. Fique sabendo antes!

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Promoção da semana relembra 1º Fórum da Liberdade

Hoje a promoção de ingressos nas redes sociais buscou resposta na primeira edição do Fórum da Liberdade. E para quem ficou curioso sobre os palestrantes que participaram do primeiro evento, segue uma lista. Olha aí:

I Fórum da Liberdade – “Questões Políticas, Econômicas e Sociais do Brasil” – 14 de abril 1988

Palestrantes:

• Roberto Campos – Senador da República

• Donald Stewart Júnior – Diretor Presidente da Ecisa Engenharia / Diretor Presidente do Instituto Liberal do Rio de Janeiro

• Roberto Bornhausen – Presidente do Unibanco e Presidente do Conselho de Mantenedores do Instituto Liberal de São Paulo

• Amaury Temporal – Presidente da Confederação das Associações Comerciais do Brasil

• César Rogério Valente – Presidente da Federação das Associações Comerciais do Rio Grande do Sul-Federasul

• Manoel Francisco do Nascimento Brito – Presidente do Sistema Jornal do Brasil

• Jorge Wilson Simeira Jacob – Presidente do Grupo Fenícia / Presidente do Instituto Liberal de São Paulo

• Henry Maksoud – Diretor Presidente do Grupo Visão

• Fernando Collor de Mello – Governador do Estado de Alagoas.

• Luiz Antônio Medeiros – Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo

• Flávio Antônio Corrêa – Presidente das Empresas Ogily & Mather

• Jorge Gerdau Johannpeter – Diretor Presidente do Grupo Gerdau Presidente da Asso. das Siderúrgicas Privadas- ASP

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“Felizmente vivemos um clima de plena liberdade de imprensa”, afirma Sirotsky

Conferido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE) durante o Fórum da Liberdade, o Prêmio Liberdade de Imprensa é uma homenagem aos profissionais que preconizam a liberdade de imprensa no Brasil e que se dedicam ao desenvolvimento do pensamento crítico. Neste ano, o prêmio será concedido ao presidente do Grupo RBS, Nelson Sirotsky.

Filho do fundador da RBS, Maurício Sirotsky Sobrinho, Nelson Sirotsky está hoje à frente da empresa. Em 2004 assumiu a presidência da Associação Nacional de Jornais (ANJ), tendo presidido a entidade por dois mandatos. É diretor da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e presidente da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho.

Em uma entrevista ao Fórum da Liberdade, Sirotsky conta como vê a liberdade de imprensa hoje no Brasil e como enxerga o futuro da liberdade da comunicação nos próximos 25 anos. Confira!

FL – O que representa para o senhor receber o prêmio Liberdade de Imprensa?
Sirotsky - Fiquei muito honrado em ser indicado para o Prêmio Liberdade de Imprensa e compartilho essa indicação com o Grupo RBS, como uma homenagem a nossa história de mais de 50 anos na defesa da liberdade de imprensa, e a todos os nossos mais de seis mil colaboradores que atualmente contribuem para a consolidação desse valor em nossa sociedade. Considero esse prêmio um importante reconhecimento ao exercício permanente de liberdade de imprensa e de expressão realizado com responsabilidade pelos nossos profissionais e por nossos veículos. Para o Grupo RBS, que tem compromisso com os interesses e as necessidades de seus públicos, receber esse destaque, neste fórum relevante de ideias, é motivo de muito orgulho.

FL – O senhor acredita que há liberdade de imprensa no Brasil? Por quê?
Sirotsky - Sim. Felizmente vivemos um clima de plena liberdade de imprensa, embora ainda persistam tentativas esporádicas de interferência de alguns setores. Exemplo disso são os Conselhos de Comunicação e os projetos legislativos que pretendem controlar a mídia, invariavelmente propostos por governantes e parlamentares avessos à vigilância da imprensa. As decisões da justiça que provocam censura também nos preocupam muito. Somente o público, pelo processo de livre escolha, tem o direito de controlar a informação.

FL – Como o senhor enxerga o Brasil dos próximos 25 anos com relação à liberdade de comunicação e de expressão?
Sirotsky - Eu espero que o Brasil esteja vivendo processos de autorregulamentação jornalística maduros e reconhecidos pela sociedade, sem qualquer lei cerceadora à liberdade de expressão e com profissionais capacitados e responsáveis para o exercício da sua missão.

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Fórum da Liberdade terá duas mostras culturais

Imagem que compõe a "Mostra Retratos de Expressão Brasil 2037". Crédito: Raul Krebs.

História, passado, presente e futuro são algumas das palavras que resumem o ambiente visual do 25º Fórum da Liberdade. Diferentemente dos anos anteriores, a edição de 2012 terá duas mostras culturais. Neste ano, o evento traz como novidade a “Mostra Histórica Fórum da Liberdade – 25 anos de debates” e a “Mostra Retratos de Expressão Brasil 2037″.

Sob a curadoria da jornalista Priscila Montandon, a “Mostra Histórica Fórum da Liberdade” tem como objetivo relembrar e integrar as edições passadas, por meio de uma exposição elaborada a partir de uma extensa análise em documentos e matérias publicadas em grandes veículos. “A pesquisa foi além do que ocorreu nas edições do Fórum propriamente ditas. Reuni informações, dados e fatos importantes ocorridos no Brasil e no mundo nessas datas, com o objetivo de situar, de aproximar mais o espectador da realidade da época”, conta Priscila. Além disso, a jornalista conseguiu interligar fatos que aparentemente não têm nada em comum: “Por exemplo: o que a vinda de Luiz Inácio Lula da Silva, então candidato à presidência da República em 1989, tem a ver com a discussão entre Ciro Gomes e Tom Palmer em 2008?”. São informações e associações como essa que você vai descobrir ao olhar a trajetória e reviver momentos que ficaram na história do Fórum da Liberdade.

Enquanto Priscila Montandon destacou o passado das edições do evento, Mariana Camardelli construirá um espaço voltado ao futuro. “A ideia é indagar a diferentes artistas, de diferentes áreas de expressão, a visão de cada um deles sobre o Brasil de 2037, mesmo tema do Fórum”, explica Mariana. Serão 25 obras, entre fotografias, ilustrações, textos, frases, um vídeo e um objeto de arte, e contará com a participação de personalidades como Rafael Chaves, Rafael Corrêa, Mauricio Capellari, Christian Jung, Claudia Tajes e Cristiane Lisbôa.

Venha conhecer os ambientes que proporcionarão uma viagem entre o passado, o presente e o futuro Brasil. Faça parte desse debate!

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IEE lança 16ª edição do livro Pensamentos Liberais

Hoje, o Instituto de Estudos Empresariais (IEE) promove o lançamento do livro Pensamentos Liberais – Volume XVI, que aborda o tema da 25ª edição do Fórum da Liberdade “2037: que  Brasil será o seu?”. O evento será realizado às 19h, na Livraria Cultura do Shopping Bourbon Country, em Porto Alegre.

Em sua 16ª edição, a série Pensamentos Liberais é resultado da articulação de conhecimentos, leituras e discussões entre os autores, associados do Instituto de Estudos Empresariais, e intelectuais que colaboram voluntariamente com conteúdos nas áreas econômica, política e social. Participaram desta edição associados e articulistas, que abordam de diferentes pontos de vista o assunto principal. Venha conferir!

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Saiba mais sobre os palestrantes: Guilherme Paulus

Nesta semana, vamos destacar o palestrante Guilherme Paulus. Sócio fundador e presidente do Conselho de Administração da CVC, maior operadora e agência de viagens da América Latina, Guilherme Paulus também é membro do Conselho Nacional de Turismo e presidente da GJP Participações, que controla a GJP Hotéis & Resorts.

Empreendedor de sucesso, já recebeu diversos prêmios, títulos e homenagens, nacionais e internacionais.  Dentre eles, destacam-se a homenagem, a medalha e o certificado assinado pela então ministra da Economia e Turismo da França Christine Lagarde (atual diretora do FMI), pela contribuição ao desenvolvimento do turismo e da economia na França, por ter transformado a CVC na operadora que mais brasileiros envia para a França em viagens de lazer; e reconhecimentos pelas prefeituras de Cancun (México), Isla Margarita (Venezuela), Miami (Estados Unidos), Buenos Aires e Bariloche (Argentina). Paulus foi eleito Líder Empresarial do Setor de Turismo, Lazer e Entretenimento (2010) pelo terceiro ano consecutivo e, em setembro de 2007, assumiu a cadeira de número 28 da galeria de Imortais da Academia Brasileira de Marketing.  Esses são apenas alguns exemplos do sucesso do empreendedor.

Formado na área de administração de empresas e com experiência na indústria do turismo há mais de 40 anos, Paulus debaterá os empreendedores que fazem o futuro. Conheça as ideias desse grande empresário e participe do debate!

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Presidente do IEE apresenta o 25º Fórum da Liberdade

Agora falta pouco para a 25ª edição do maior debate de ideias da América Latina. São mais de 20 personalidades que debaterão o futuro do Brasil dos próximos 25 anos. Com sua primeira realização em 14 de abril de 1988, o Fórum da Liberdade cresceu, se desenvolveu e continua olhando para frente, em busca da construção de um país mais próspero e digno.

Aproveitando os poucos dias que ainda faltam para a realização do evento, o presidente do Instituto de Estudo Empresariais (IEE), Ricardo Gomes, faz um convite especial. Assista abaixo e não perca, 16 e 17 de abril na PUCRS!

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A tentação protecionista do Brasil

*Por Álvaro Vargas Llosa

Agora que os brasileiros estão em estado de choque por causa de seu desempenho ruim, com uma taxa de crescimento econômico de 2,7 no ano passado, valorização do real de 30 por cento em dois anos e queda bastante significativa da produção industrial como porcentagem do PIB em relação a uma década atrás, vozes poderosas, incluindo ministros do governo, estão reivindicando todos os tipos de medidas protecionistas.

Seu argumento é que os produtos baratos fabricados na China e no México e que a política monetária frouxa dos Estados Unidos e da Europa fazem com que seja impossível competir com sucesso. Como resultado, o Brasil aumentou os impostos sobre os fabricantes de automóveis que não têm fábricas no mercado comum da América do Sul ou no México. Eles pretendem até mesmo rever um acordo bilateral com o México de acordo com o qual o comércio de carros entre os dois países é bastante livre. Estão envolvidos em constantes conflitos com a Argentina relativamente a práticas comerciais e pretendem elevar as tarifas externas do mercado comum sul-americano. O Brasil já coloca uma média de 10% de tarifa sobre as importações.  A crítica às importações chinesas está na ordem do dia e é uma grande razão para que o banco central esteja sob pressão para continuar cortando as taxas (sob o argumento de que altas taxas reforçam a moeda, tornando as importações mais baratas e as exportações mais caras).

Essas não são questões técnicas. Elas prejudicam a marcha para o desenvolvimento do Brasil, uma das grandes questões mundiais hoje. Uma das razões pelas quais esse país se tornou o “B” na sigla BRIC, simbolizando a nova situação do mercado emergente, foi que, numa época em que os países em desenvolvimento tinham esquecido o que fez deles o que são, países mais pobres se desenvolveram com o comércio aberto e a iniciativa privada com fervor, tirando milhões de pessoas da pobreza. No caso do Brasil, 40 milhões de pessoas deixaram de ser pobres nos últimos 8 anos. Os estrangeiros prestaram atenção nisso: no ano passado, o país atraiu um pouco menos de 70 bilhões de dólares de capital de investimento direto. Até mesmo as regiões norte e nordeste do Brasil, no passado uma terra abandonada, estão em plena expansão, com mais de 40 novos grandes shopping centers em construção. Mas muitos de nós que admiramos o Brasil vêm alertando há anos sobre a existência de problemas muito complicados no sistema que precisavam ser resolvidos para que a bonança pudesse ser sustentável. Embora seja demasiado cedo para decretar que o Brasil tenha perdido vigor, os problemas de concorrência que acionaram a histeria protecionista confirmam que as reformas são muito urgentes.

O problema não é a moeda valorizada, as importações baratas, as práticas desleais por parte dos concorrentes e as excessivas importações. O fato de que as exportações de carros do México para o Brasil dispararam em quase 40 por cento no ano passado não é um motivo, mas apenas um sintoma.  A verdadeira questão é que muitas coisas pesam contra os esforços de milhões de agentes econômicos brasileiros.

Desde a década de 1990, o governo duplicou o percentual da produção que o país consome. Enormes despesas públicas — para financiar grandes projetos através do banco de desenvolvimento, para apoiar a exploração de petróleo em alto mar, ou para subsidiar campeões nacionais — traduzem-se em déficits e taxas de juros onerosas. O comércio é repleto de obstáculos, incluindo uma lista de cem produtos cujas tarifas ficarão em vigor até 2014. Os impostos são um labirinto e uma sobrecarga — existem mais de oitenta tributos diferentes! As leis que protegem os trabalhadores sob um código originalmente importado de Mussolini na Itália aumentam as despesas das empresas, sem mencionar os 10 bilhões de reais de custo do sistema judicial para lidar com casos trazidos por trabalhadores de acordo com essas regras protecionistas. E assim por diante.

Como se sabe, o Brasil se envolveu em forte privatização e liberalização na década de 1990 sob a presidência de Fernando Henrique Cardoso. Seu sucessor, Lula da Silva, preservou as reformas e implementou uma série de programas sociais, embora muitos fossem extensões do que já existia sob diferentes nomes. Agora Dilma Rousseff, que está combatendo a corrupção com coragem (ela despediu vários ministros por causa disso), tentou cortar despesas e está fazendo uma tentativa de reformar um dos poucos sistemas latino-americanos previdenciários que não é privado, precisa ir bem além do seu atual esforço reformista. O crescente coro protecionista, que inclui vozes poderosas de seu governo, ameaça muito seriamente a agenda de reformas.

Gostaríamos de acreditar, a julgar pelo seu histórico até agora no governo, que a sua mentalidade não está em sintonia com o canto da sereia do protecionismo, mas a política é muitas vezes uma questão de aproveitar a agenda antes que os outros o façam. E se ela não for uma protecionista como alguns daqueles que a cercam são, nos parece que está perdendo rapidamente a vontade de superá-los. O mundo — não apenas o Brasil — precisa provar que estamos errados.

lvaro Vargas Llosa é Senior Fellow no Independent Institute e editor do Lições dos Pobres.

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“Aquece Fórum da Liberdade” antecipa debates do evento

O dia em que o 25º Fórum da Liberdade será realizado está chegando, e o pessoal já está se preparando para o grande debate. Na noite da última quinta-feira, dia 29, a diretoria do Instituto de Estudo Empresariais (IEE), acompanhada de profissionais e formadores de opinião, reuniu-se para um “Aquece Fórum da Liberdade”. O encontro ocorreu na Perestroika e tinha como objetivo debater o tema central da edição, ao tentar enxergar o Brasil de 2037.

Primeiramente, o presidente do IEE, Ricardo Gomes, apresentou a história do Fórum da Liberdade, lembrou edições passadas e enfatizou a importância de olhar e pensar os próximos 25 anos. Gomes contou sobre as discussões feitas para definir o tema e a dúvida entre ressaltar o passado, a história, ou pensar adiante.  Mas, ao final, o questionamento foi direcionado à reflexão sobre o futuro e a importância de “fazermos nós mesmos”: “A história do Fórum da Liberdade já passou, a ideia agora é projetar o futuro”, destacou.

Na sequência, o publicitário e debatedor desta edição Tiago Mattos realizou dinâmicas com os convidados, para que pudessem pensar no amanhã de outra forma.  Divididos em grupos, cada participante recebeu uma folha de ofício com uma faixa “bixo” desenhada; dentro da faixa, era preciso imaginar a profissão das gerações futuras, como se cada um fosse parabenizar o seu filho por ter passado no vestibular. A prática gerou discussão sobre novas e velhas profissões, o que, na opinião dos grupos, será de extrema importância nos próximos 25 anos. Dentre as ideias debatidas, surgiram profissões como modificação genética (principalmente para a correção de doenças hereditárias), faculdade de H2O (para lidar com a questão da água), tecnologia da sustentabilidade e engenharia da felicidade.

Logo depois, todos receberam uma bandeira em branco e foram convidados a redesenhar a bandeira que hoje representa a nação brasileira ‒ como se, em 2037 anos, fosse necessário modificar e repensar o Brasil. Muitas foram as ideias que apareceram e que destacavam os valores que cada um percebe sobre o povo, o governo e as instituições. Segundo Tiago Mattos, a ideia de pensar uma bandeira é refletir sobre os valores do Brasil de outro jeito, diferentemente do que estamos acostumados.

As dinâmicas realizadas foram apenas duas das muitas formas pelas quais é possível olhar o futuro.  E essas formas estarão presentes no 25º Fórum da Liberdade, nos dias 16 e 17, na PUCRS. Que pensar o Brasil de amanhã? Então não deixe de participar!

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