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O estado laico e os feriados religiosos

Fernanda Ritter, Associada do IEE

Em 2018 o Brasil terá seis feriados religiosos obrigatórios em seu calendário: Sexta-feira Santa, Páscoa, Corpus Christi, Nossa Senhora Aparecida, Finados e Natal, além do Carnaval e da Quarta-feira de Cinzas, que são facultativos. Essas celebrações católicas são feriados nacionais obrigatórios, e as empresas que não podem sofrer interrupção na prestação do serviço pagam aos funcionários o valor do dia trabalhado em dobro, salvo convenção ou acordo coletivo.

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Afinal, estamos influenciando ou sendo influenciados?

Fernanda Zaffari, Associada do IEE

As redes sociais nunca estiveram tão presentes em nossas vidas como nos dias de hoje. Das aproximadas 7,6 bilhões de pessoas existentes no planeta, quase 2,8 bilhões estão presentes em redes sociais. Há mais de 2 bilhões de perfis só no Facebook, no qual a cada 60 segundos são efetuados mais de 900 mil acessos. Diariamente no Instagram são publicadas 100 milhões de imagens e realizadas 4,2 bilhões de curtidas. Basta apertarmos no botão “publicar” ou “compartilhar” para nos expormos perante o mundo. Todos têm muito o que dizer sobre tudo. As mídias sociais estão sobrecarregadas de pessoas pedindo para receber seus 15 minutos de fama prometidos por Warhol. O efeito colateral é claro: as pessoas sentem-se obrigadas a expressar sua opinião sobre qualquer assunto, mesmo os que desconhecem ou conhecem sem profundidade, para não ficarem esquecidas na multidão.

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O vilão da coparticipação e o risco moral na saúde

Gustavo Hüning, Oftalmologista e Associado do IEE

Há poucos dias, o noticiário brasileiro foi inundado por artigos referentes à afirmação da presidente do STF: “Saúde não é mercadoria.” Com essas palavras, a ministra suspendeu resolução da Agência Nacional de Saúde que possibilitava aumento proporcional da coparticipação dos usuários dos planos de saúde. A frase, de grande impacto, certamente traz preocupação nobre e altruísta. Entretanto, essas duas características devem ser exercidas com nossos próprios recursos e colocando nossa própria pele em jogo, não à custa dos outros. Mas o que isso tem a ver?

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Uma reforma, antes que desabe

Alessandro Pavei, Empresário e Associado do IEE

A única forma de manter uma edificação em bom estado de conservação, aumentando a sua vida útil, é fazendo revisões preventivas e reformas estruturais. As restaurações são necessárias ao longo do tempo em um edifício, senão se corre sério risco de que no futuro ele venha a desabar. Os cuidados com qualquer bem durável são essenciais para a perenidade de sua vida útil.

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A iniciativa privada na segurança pública

Sabrina Faccioli Damiani, Associada do IEE

Andar tranquilo nas ruas de Porto Alegre tornou-se um desafio – seja a pé, seja de carro, seja de transporte público. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2017, só em Porto Alegre um carro é furtado ou roubado a cada 45 minutos. No âmbito brasileiro, são 26,9 homicídios por 100 mil habitantes. Cabe referir que a ONU considera “epidemia de violência” quando a taxa é acima de 10 por 100 mil habitantes. Vemos, portanto, que o bem mais precioso que temos, a vida, é diariamente ameaçada.

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Coibir versus conscientizar

Paola Coser Magnani, Associada do IEE

A criação constante de novas leis está causando debates em todo o território nacional, abordando questões que variam desde a alimentação até a utilização de artigos plásticos. Por mais que os temas abordados sejam de cunho variado, há um aspecto em comum em todas as leis: a intromissão abusiva do poder do Estado na vida dos cidadãos ao tentar solucionar problemas por meio da proibição, em vez de por meio da conscientização.

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As reflexões deixadas pela greve dos caminhoneiros

Theodora Cioccari, Associada do IEE

Conseguiram parar o Brasil. O PIB nacional nas mãos de uma única classe trabalhadora: os caminhoneiros. No dia 21 de maio de 2018, a categoria foi tomando os acostamentos das estradas, em uma greve que começou discreta, mas foi ganhando adesão hora a hora, até que, por dez dias, instaurou o caos nacional. O impacto na indústria foi desastroso já logo a partir dos primeiros dias, quando começavam a faltar matérias-primas, em seguida alimentos para os funcionários, e logo mais os próprios funcionários, pois não conseguiam mais um meio de transporte que os levasse para trabalhar. Ademais, a indústria, também os cinemas, shoppings, restaurantes, festas, foram se tornando vazios, enquanto as paradas de ônibus ficavam cada dia mais cheias – não havia mais combustível. Acontecido isso tudo, que lições devem ser aprendidas? Como um país do tamanho do Brasil simplesmente para por causa da falta de transporte rodoviário? Sim, após sentirmos o impacto na pele, precisamos fazer algumas outras reflexões.

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A influência do empreendedorismo como fator de mudança social

Felipe Franzon Vargas, Associado do IEE

Em virtude da crise que o Brasil vem enfrentando desde meados de 2014, percebemos que o desemprego aumentou, gerando instabilidade econômica e social. Com isso, as pessoas têm buscado opções de renda, e, muitas vezes, por falta de escolha, resolvem trabalhar de forma autônoma ou mesmo abrir seus próprios negócios. Esse cenário proporciona mudanças no mercado e permite explorar novas características, em que muitos negócios surgem sem planejamento, como fruto de uma necessidade pontual.

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A falácia da indústria 4.0 como apocalipse de empregos

Bárbara Veit | Associada do IEE

Há milhões de anos, a espécie humana tem vivenciado evoluções tecnológicas. A diferenciação da nossa espécie em relação às demais ocorreu a partir de tais evoluções. Considerando a história humana mais recente, as revoluções industriais foram responsáveis por essas revoluções tecnológicas. A primeira revolução (século XVIII) foi marcada pelo surgimento da máquina a vapor; a segunda (final do século XIX), pelo surgimento da eletricidade; e a terceira (por volta de 1970), pela modernização do setor industrial por meio da informática, eletrônica e robótica.

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É época de Copa do Mundo, e o que você ganha com isso?

Roberto Andrade |  Associado do IEE

A duas semanas estamos assistindo atentos às 32 seleções participantes que disputam o título de melhor seleção de futebol do mundo. Nada mal ser campeão da Copa do Mundo da FIFA, afinal,são US$ 38 milhões (R$ 152 milhões aproximadamente) ao campeão, US$ 28 milhões (R$ 112 milhões aproximadamente) ao vice-campeão e US$ 24 milhões (R$ 96 milhões aproximadamente) ao terceiro colocado, e mais alguns milhões de dólares a todos os times participantes da competição.Esse torneio é uma máquina de fazer dinheiro.

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A crise da educação no Rio Grande do Sul

Victoria Jardim |  Engenheira e Associada do IEE

Com a aproximação das eleições, diversos temas polêmicos e preocupantes deverão ser abordados e debatidos pelos pré-candidatos ao governo do estado. Aqui no Rio Grande do Sul muito tem se falado na crise financeira e na crise da segurança. No entanto, uma pauta importantíssima, que também enfrenta problemas sérios, tem ficado de lado: a educação.

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Pavimentando o caminho do desenvolvimento 

Eduardo Afonso |  Associado do IEE

O empreendedor é a pedra angular para a construção e o desenvolvimento de uma nação, quando constitui grandes negócios com ética, liderando pelo exemplo e multiplicando o seu potencial. São eles que geram renda e emprego, criam riqueza e resolvem problemas, ao levar ao mercado produtos e serviços que atendam ao consumidor. Infelizmente, mesmo com tantos benefícios decorrentes do empreendedorismo, vivemos em um país que privilegia a burocracia enquanto dificulta o surgimento e a condução de novos negócios.

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O conformismo das entidades empresariais perante o aumento de impostos 

Fernanda Estivallet Ritter |  Hoteleira e Associada do IEE

Vivemos em um país com obras públicas inacabadas, falta de segurança, retração de investimentos privados, migração de eventos de grande porte, falta de conservação do patrimônio público e um funcionalismo público inchado e ineficiente.  Além disso, a carga tributária é exorbitante e a gestão pública dos recursos é ineficaz, o dinheiro gasto pela sociedade com impostos não é revertido em serviços públicos de qualidade e somos apresentados cada vez mais pelos governos a soluções que envolvem o aumento da receita pública.

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Edições Anteriores

O capitalismo liberta

Marcel Laste |  Associado do IEE

Vivemos na melhor época da humanidade, a era do capitalismo. Nunca antes foi tão verdadeira a frase de Ayn Rand de que “todo homem constrói o seu mundo a sua imagem e semelhança”. Desde os primórdios, esse é o primeiro sistema econômico que colocou o trabalho produtivo do indivíduo, ou seja, a sua capacidade de ser útil a outrem, como o epicentro das virtudes, criando assim a meritocracia, e em consequência disso, os incentivos para uma prosperidade sem par na história.

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A insegurança que bloqueia o avanço  

Fabio Steren |  Consultor em segurança, Empresário e Associado do IEE

Como se a crise econômica não bastasse para muitas empresas terem de fechar as portas, infelizmente devemos acrescentar um componente a essa triste realidade, que é a insegurança com a qual somos obrigados a conviver. Em 2016 Porto Alegre esteve na 43ª posição entre as cidades mais violenta do mundo, segundo a revista Exame, o que nos coloca em um patamar crítico, igual ou pior ao de alguns países que enfrentam as guerras.

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Obstrução ao desenvolvimento

Pedro Calazans |  Administrador, Empresário e Associado do IEE

Por muitas vezes já ouvimos a frase “Se não for ajudar, não atrapalhe!”. Você pode ter ouvido isso de sua mãe quando se recusava a ajudar nas tarefas de casa e ficava brincando no meio da sala. Ultimamente, porém, o termo é cada vez mais utilizado para nos referirmos ao Estado. Este ente gigante está presente em tudo ao nosso redor e se esforça muito para dificultar a vida daqueles que querem produzir. Creio que muitos acreditam que uma das funções do Estado é regular e controlar tudo que existe na sociedade. Hoje em dia, não se pode nem escolher se queremos uma comida com mais ou menos sal; os “gênios” que elegemos já decidiram que nós – simples mortais – não temos condições de tomar essa decisão.

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Lucro para todos

Laura Cimenti |  Administradora e Associada do IEE

Lucros. Empresários. Capitalismo. Essas palavras muitas vezes revoltam parte da população brasileira. Percebemos diversos cidadãos acreditando cegamente na “teoria da exploração”, defendida por Karl Marx, que afirma que os lucros se tratam de uma dedução injusta do que deveria ser, naturalmente e por direito, o salário do trabalhador. A ideia, o esforço, o investimento, a meritocracia e os riscos do empresário são desconsiderados. Parece absurdo, mas infelizmente o pensamento existe. Essa visão distorcida, além de gerar desconforto nas relações, faz com que os funcionários lutem por interesses políticos que vão contra o sucesso de seus patrões – o que possivelmente poderia lhes abrir caminhos e oportunidades.

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A justiça a favor do crime

Nina Mazzali |  Associada do IEE

Não é novidade que a discussão sobre o sistema penal brasileiro sempre esteve presente nos holofotes midiáticos por conta das suas rebeliões internas. Hoje uma nova questão está em voga: a indenização do Estado por danos morais aos condenados submetidos a situação degradante e superlotação na prisão. O acórdão publicado pelo Supremo Tribunal Federal após o julgamento do Recurso Extraordinário nº 580.252 expõe que é dever do Estado ressarcir os danos comprovadamente causados aos detentos. Houve diferentes posições entre os ministros quanto à reparação a ser adotada. Enquanto a maioria votou pela indenização em dinheiro e parcela única, a minoria queria a substituição do pagamento em moeda pela remissão da pena, com redução dos dias de prisão proporcionalmente ao tempo em situação degradante.

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Temos que desarmar a população! Outra vez essa história?

Felipe Morandi |  Empresário e Associado do IEE

Aconteceu, no primeiro domingo do mês de outubro, o maior atentado à vida de inocentes da história dos EUA com uso de arma de fogo. A magnitude do evento reacendeu a discussão a respeito da possibilidade dos cidadãos de portarem armas de fogo. Segundo os dados levantados, 59 pessoas perderam a vida e outras 527 ficaram feridas após o criminoso, identificado como Stephen Paddock, abrir fogo da janela de um quarto do 32º andar do hotel Mandalay Bay em direção a uma plateia de 22 mil pessoas que assistiam a um show de música country em Las Vegas, Nevada. Aproximadamente uma hora após parar de atirar, Stephen Paddock foi encontrado morto no quarto de onde disparou os tiros.

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A reforma trabalhista e o fim do imposto sindical 

Julia Tavares |  Advogada e Associada do IEE

A reforma trabalhista que entra em vigor no próximo mês deu um grande passo em prol da liberdade do trabalhador, modernizando as tão engessadas relações de trabalho no Brasil. Um dos seus grandes impactos é a mudança da contribuição sindical de obrigatória para facultativa. Com a reforma em vigor, o Brasil sai da restrita lista de países como Equador e Egito, nos quais a contribuição é obrigatória.

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Desarmamentos, armamentos, massacres e loucos

Fernanda Thomasi |  Advogada e Associada do IEE

Las Vegas, EUA, outubro de 2017: 59 mortos e aproximadamente 500 feridos, um atirador, um hotel e armamentos pesados. Quando massacres assim ocorrem, em que a vida de inocentes é arrancada de forma injusta e brutal, as mesmas discussões de sempre ressurgem como protagonistas dos dias. Os pacifistas de plantão defendem que as leis permissivas para o porte de armas nos EUA são as culpadas pelos massacres em massa. 

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Recall de políticos seminovos

Caio Rizk |  Advogado e Associado do IEE

Ninguém vende um automóvel dizendo que ele tem alta quilometragem e está muito desgastado em decorrência dos anos de uso por diversos proprietários. Para superar essa dificuldade, existe um simples jogo de palavras que transforma o velho em oportunidade: basta denominá-lo de seminovo. Assim, num passe de mágica, busca-se superar a desvalorização do bem que não tem a mesma qualidade dos outros ofertados no mercado.

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Privatização do ensino público 

Sillas Battastini Neves | Advogado e Associado do IEE

A Constituição Federal assegura o acesso à educação pública e gratuita para todos os cidadãos. Para tanto, estabeleceu que a União aplicará, anualmente, nunca menos de 18%, e os estados e os municípios 25%, no mínimo, da receita resultante de impostos na manutenção e desenvolvimento do ensino. Em números, o governo federal, somente para o exercício de 2017, estimou investimentos na ordem de 110 bilhões de reais com a educação pública.

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Sistema político brasileiro

Roberto Andrade | Administrador e Associado do IEE

O Brasil passa, nos últimos anos, pelo seu pior momento político na era democrática, o que gera discussão de qual seria o melhor sistema político para conduzir o país. Ainda, dois fatores nos motivam a tal pensamento: gasto público crescente (aumento constante da máquina pública) e corrupção. O cenário político que temos é o resultado das ações dos políticos que elegemos pelo nosso voto e, também, de um sistema permissivo que “concede” e encoraja nossos deputados, vereadores, senadores e toda a classe política a agir em prol dos seus interesses pessoais ou partidários em detrimento dos valores da pátria.

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Bloco K: a burocracia que irá matar o Brasil

Barbara Veit | Associada do IEE

De acordo com o relatório Doing Business, as empresas brasileiras gastam em média 2.038 horas/ano na gestão de seus tributos (apuração das bases de cálculo, pagamentos e preenchimento de obrigações acessórias a serem enviadas ao governo federal).  Conforme esse mesmo relatório, países da América Latina e Caribe despendem em média 342 horas/ano para controle de seus tributos. Ao analisarmos os países europeus, por outro lado, percebemos que a quantidade de horas gastas com essa gestão é, em média, 12 vezes menor que no nosso país.

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Por que tudo aqui no Brasil é tão caro?

Theodora Cioccari | Engenheira e Associada do IEE

Você sabe o que é protecionismo? Se a resposta procurada sair do dicionário, lá vai constar que o significado é sistema de proteção da indústria ou do comércio de um país, concretizado em leis que proíbem ou inibem a importação de determinados produtos, por meio da taxação de produtos estrangeiros. Certo, até então se entende que é uma atitude que o governo toma visando à proteção do mercado local, visto que, se os perfumes na França são melhores que os daqui, o governo irá torná-los caríssimos, para que a população use os nacionais. Somente com essa pequena reflexão acima, você já começa a entender o porquê de certos produtos serem tão caros no Brasil, quando comparados aos que se compra no exterior.

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Devemos nos preocupar com nosso futuro… E muito!

Rodrigo Paim | Publicitário e Associado do IEE

O Brasil está passando por um momento delicado em sua história: a economia se recupera lentamente de anos de incertezas e índices mascarados; a crise política gera insegurança e não promove esperança na população no curto e médio prazo; o sistema trabalhista é ultrapassado e não tem nenhuma consideração com o responsável por gerar empregos (empresário); cidades apresentam índices recordes em homicídio e insegurança; e, talvez o mais preocupante, o somatório de todos esses aspectos que estão gerando êxodo intelectual, há diminuição nos investimentos provindos do exterior e falta de esperança em todos os brasileiros.

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O direito ao voto

Julia Tavares | Advogada e Associada do IEE

O voto no Brasil sempre foi obrigatório, desde a sua instituição pela Constituição outorgada de 1824. A Constituição atualmente em vigor consagra a obrigatoriedade do alistamento eleitoral e do comparecimento às urnas para os maiores de 18 anos e os torna facultativos para os analfabetos e aqueles entre 16 e 18 anos e acima de 70 anos.

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Controle de estoque ineficiente vs. Watson

Gustavo Hüning | Microcirurgião de retina e vítreo e Associado do IEE 

No meio do mês de agosto, ocorreu, em São Paulo, o “Summit Saúde Brasil 2017”, organizado pelo jornal Estado de S. Paulo. Grandes nomes do cenário político e científico nacional e internacional apresentaram revezadamente os mais diferentes assuntos relacionados a saúde. Discutiu-se desde a aplicação de inteligência artificial até modelos de remuneração e gestão.

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A busca por livre mercado não é a busca por democracia

Renan Germano | Administrador de empresas e Associado do IEE

A democracia é amplamente aclamada como o melhor método de governo, já que possibilita a participação popular e supostamente assegura que cada indivíduo tenha sua parcela de contribuição nas tomadas de decisão do governo. O processo democrático habitual é definido pela busca incessante pela maioria, e a partir dessa premissa se baseia todo o restante do processo de tomada de decisão. Mas após a escolha democrática dos governantes, o voto de um indivíduo não tem mais peso em quaisquer decisões a serem tomadas pelos seus representantes.

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O controle do estado por meio do eSocial

Fernanda Thomasi | Advogada e Associada do IEE

Nos países desenvolvidos, como é o caso dos Estados Unidos, os recentes avanços tecnológicos vêm resultando no aprimoramento de operações empresariais e ganho de eficiência, gerando resultados crescentes nessas economias. No Brasil, porém, tal fator resultou objetivamente no desenvolvimento de novos programas do governo federal cujos objetivos principais são o controle das operações empresariais e a arrecadação de impostos.

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Na pele de outros

Nina Costa | Associada do IEE

No fim da década de 1960, a primeira imagem da Terra vista do espaço foi apresentada expondo extraordinária beleza e simplicidade. Sentir pela primeira vez que habitávamos um pequeno e frágil ecossistema interdependente no meio de uma imensa galáxia aflorou a consciência de muitos a fim de proteger sua saúde e bem-estar.   Assim como o surgimento do movimento pró-meio ambiente, a origem do movimento pró-libertação animal ganha força na mesma década, fazendo uso de ações diretas ou apostando na conscientização popular.

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Como o direito de propriedade influencia a prosperidade

Rafael Colla | Associado do IEE

Você, leitor, acha que o Brasil e o brasileiro respeitam o direito de propriedade, ou somos um povo que tende a interferir na vida alheia quando acreditamos que uma mudança imposta seria melhor para o bem comum? Leis exigem que o saleiro seja retirado da mesa por razões de saúde, outras obrigam a comercialização de produtos regionais em bares e restaurantes, bloqueiam bairros inteiros de cidades sem ressarcimento ou indenização para que se mantenha o patrimônio histórico, e a mais recente delas, uma liminar dada pelo Ministério da Justiça, interfere no livre-arbítrio do promotor de eventos ao proibir que ele embolse o preço que bem entender em festas e shows.

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A relação visceral entre o empreendedorismo e intervencionismo no Brasil

Rodrigo Leke Paim | Associado do IEE

No Brasil, os empresários enfrentam diariamente regulações das mais diversas que atrapalham seu desempenho nos negócios. Considerando como premissa básica que o empresário é movido por sua ambição e objetivo de gerar lucros, uma intervenção de qualquer natureza do Estado fará com que seus objetivos possivelmente se tornem inviáveis. Quando o Estado faz intervenções, ele atrapalha o fluxo natural da economia, dificultando, e muitas vezes impedindo, a previsibilidade de forças externas do mercado e a própria sobrevivência de seus negócios.

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Piso salarial, uma forma de excluir os menos preparados e desqualificar os preparados

Marcelo Bertuol | Advogado e Associado do IEE

Muitas classes profissionais no Brasil têm um piso salarial definido, o que nada mais é do que estabelecer um valor mínimo a ser pago pela jornada de trabalho de todos os profissionais que compõem aquela profissão. Por se tratar de um benefício, o valor estabelecido é sempre superior ao do salário mínimo.

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Carta de 1988: a Constituição que já nasceu anacrônica

Rodrigo Calazans | Advogado e Associado do IEE

Em 1984 Ronald Reagan era eleito para seu segundo mandato presidencial nos Estados Unidos com uma votação histórica (venceu em 49 dos 50 estados). A política econômica implementada no primeiro mandato do republicano, conhecida como “Reaganomics”, permitira que o país voltasse a crescer após uma década de estagnação. A inflação fora reduzida significativamente, e 16 milhões de empregos foram criados.

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Estado de Direito, democracia e liberdade

Sillas B. Neves | Advogado e Associado do IEE

Nos dias de hoje, em que as sessões do Congresso Nacional estão tão presentes nas nossas vidas quanto qualquer outro programa da televisão, a população tem tomado contato com diversos procedimentos antes só afeitos a quem, de fato, estudasse as leis. Graças a isso, a população tem se familiarizado, ainda que superficialmente, com o funcionamento do processo legislativo no nosso país.

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Eficiência por meio da liberalização do setor postal

Pedro Calazans | Administrador, empresário e Associado do IEE

Não existem motivos que justifiquem o fato de se pagar mais por serviços de menor qualidade. O mais inteligente e lógico é pagarmos o menor valor possível pelo melhor serviço viável. Isso só pode ocorrer quando não existe monopólio em determinado setor e quando temos livre concorrência. Apenas com a concorrência e a disputa entre empresas prestadoras de serviço é que encontraremos a melhor relação custo/benefício.

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Precisamos ter foco

Caio Rizk | Advogado e Associado do IEE

Sempre que o assunto privatização vem à tona, há alvoroço em grande parte da sociedade. Aqueles que são contrários à ideia defendem que as empresas públicas são um patrimônio de todos, afirmando que o Estado não pode abrir mão da atuação em setores da economia que são de interesse público, sob pena de frustrar parte da população de receber serviços necessários a qualquer ser humano.

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Neoliberalismo vs. liberalismo clássico. Existe mesmo diferença?

Felipe Morandi | Administrador, empresário e Associado do IEE

A incidência É inegável que, nos últimos anos, o liberalismo vem tomando espaços e importância nunca antes vistos – muito menos experimentados – no Brasil. Tal fenômeno dá-se justamente pela falha completa de todas as ideologias políticas colocadas em práticas por aqui, tanto de esquerda quanto de direita. As pessoas começam a enxergar valor na descentralização estatal dando autonomia aos indivíduos e lutando por condições mais favoráveis, em que o governo pare de interferir coercitivamente nas suas vidas.

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A intervenção “democrática”

Fabio Steren | Consultor em segurança, empresário e Associado do IEE

Analisando a atual situação do Brasil, você diria que vivemos em uma democracia? Se buscarmos a tradução literal dessa palavra, veremos que democracia é uma forma de governo em que o povo exerce a soberania, ou seja, o indivíduo é o protagonista da sua própria vida e na forma como toma decisões. Será que os representantes eleitos pelo povo estão, de fato, tomando as medidas que beneficiam você?

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O impacto da tributação como forma de intervenção estatal

Felipe Vargas | Administrador e Associado do IEE

A incidência de impostos sobre a população brasileira tem se tornado maior a cada ano, abordando diferentes esferas de tributos, do âmbito municipal à União. São diversas as formas que o governo determina para realizar a tributação sobre as ações dos indivíduos. Quando falamos na situação das empresas, o cenário acaba sendo pior ainda. São impostos sobre impostos, diminuindo a competitividade das empresas locais e exigindo controle e capacitação…

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e não refletem, necessariamente, a posição do Fórum da Liberdade ou do Instituto de Estudos Empresariais”