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26º Fórum da Liberdade – “O que se vê e o que não se vê”

08 e 09 de abril de 2013

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PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

08 de abril – segunda-feira

Painel de boas-vindas

17h00 - Empreendedorismo: há empreendedorismo sem lucro?
Luciano Huck – apresentador
Marcos Troyjo  diretor do centro de estudos sobre Brasil, Rússia, Índia e China (BricLab)/cientista social, escritor e diplomata
Marcio Kumruian  fundador da Netshoes
Mediador: Michel Gralha – presidente do IEE

18h30 - Solenidade de abertura
Prêmio Liberdade de Imprensa
– Carlos Ayres Britto
Prêmio Libertas, empresário de Comunicação – João Roberto Marinho

19h30 - Palestras especiais de abertura
Alexandre Tombini  presidente do Banco Central do Brasil
Jorge Gerdau Johannpeter  presidente do Conselho de Administração da Gerdau

20h15 - 2º Painel: Liberdade de imprensa: qual o preço do silêncio?
Fabio Barbosa  presidente do Grupo Abril
Julio Saguier – presidente do Jornal La Nación, Argentina
Mediador: Nelson Sirotsky – presidente do Conselho de Administração do Grupo RBS

09 de abril – terça-feira 

09h30 - 3º Painel: Segurança pública: qual o custo da insegurança?
Bene Barbosa  especialista em segurança pública / presidente da ONG Movimento Viva Brasil
Jairo Jorge – prefeito reeleito de Canoas/RS
José Mariano Beltrame  secretário de Estado de Segurança do Rio de Janeiro
Mediador: Guilherme Fração – diretor financeiro do IEE

11h - 4º Painel: Protecionismo: protegendo quem de quem?
Hélio Beltrão – fundador e presidente do Instituto Ludwig von Mises Brasil

Jorge Ávila – presidente do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, INPI
Randy Simmons – professor de Economia Política / diretor do Instituto de Economia Política na Utah State University /autor do livro “Para além da política”
Mediador: Túlio Milman – jornalista, colunista do jornal Zero Hora

12h30 - Almoço

14h30 - 5º Painel: Falta de infraestrutura: a infraestrutura pública é gratuita?
Gabriel Calzada Alvares – fundador e presidente do Instituto Juan de Mariana
Paulo Hartung  governador do Espírito Santo entre 2003 e 2010
Paulo Kakinoff  presidente da GOL Linhas Aéreas
Mediador: Eduardo Fernandez – diretor de Relações Institucionais do IEE e Fórum da Liberdade

16h15 - 6º Painel: Educação básica: quais as consequências da ignorância?
Gustavo Cerbasi  escritor, consultor financeiro, professor e autor de best-seller sobre finanças pessoais
Luis Filipe Reis  diretor corporativo do SONAE
Ozires Silva – reitor da Unimontes, fundador da Embraer, ex-presidente da Petrobrás e da Varig e ex-ministro de Estado da Infraestrutura
Mediador: Lisiane Pratti – diretora de comunicação do IEE

18h - 7º Painel: Gasto público: Quem paga a conta?
Eduardo Campos – governador de Pernambuco
Hannes Gissurarson – professor de Ciência Política na Universidade da Islândia, Membro do Conselho do Banco Central da Islândia entre 2001 e 2009
Yaron Brook  diretor executivo do Ayn Rand Institute / professor de finanças
Mediador: Bruno Zaffari – vice-presidente do IEE

 


 

O evento, traz grandes lideranças nacionais e internacionais. Os prêmios Libertas – Empresário de Comunicação e Liberdade de Imprensa serão entregues ao empresário João Roberto Marinho e ao ex-ministro do STF, Carlos Ayres Britto, respectivamente.

Empreendedorismo, liberdade de imprensa, segurança pública, educação, protecionismo, gasto público e infraestrutura serão as abordagens do 26° Fórum da Liberdade. Já consagrado internacionalmente como um dos maiores eventos de debate e discussão de ideias do mundo, o Fórum de 2013 tem como tema O que se vê e o que não se vê. Na solenidade de abertura, foram entregues os prêmios Libertas e Liberdade de Imprensa. O empresário João Roberto Marinho foi agraciado com o Prêmio Libertas – Empresário de Comunicação, concedido aos empreendedores que se destacam no trabalho pela valorização dos princípios de economia de mercado e de respeito ao Estado de Direito democrático. Já o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto, foi homenageado com o Prêmio Liberdade de Imprensa, conferido aos profissionais que preconizam a liberdade de imprensa e que se dedicam ao desenvolvimento do pensamento crítico.

 

PRÊMIO LIBERDADE DE IMPRENSA

Carlos Ayres Britto

O Prêmio Liberdade de Imprensa é conferido aos profissionais que preconizam pela liberdade de imprensa no Brasil e que se dedicam ao desenvolvimento do pensamento crítico. No 26º Fórum da Liberdade o homenageado será o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), o jurista Carlos Ayres Britto.

Formado em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto compôs o STF por nove anos e chegou à presidência da Corte. Também foi presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Foi relator do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 130 (ADPF nº 130),  que declarou, ainda em 2009, que a Lei de Imprensa (Lei nº 5.250/1967) é incompatível com a Constituição Federal de 1988. Naquela ocasião, afirmou que: “quanto mais a democracia é servida pela imprensa, mais a imprensa é servida pela democracia”.

PRÊMIO LIBERTAS – Empresário de Comunicação

João Roberto Marinho

O Prêmio Libertas é concedido aos empreendedores que se destacam no trabalho pela valorização dos princípios de economia de mercado e de respeito ao Estado Democrático de Direito. Neste ano, o escolhido para receber a premiação foi o empresário João Roberto Marinho.

Carioca, João Roberto Marinho é o terceiro dos quatro filhos do jornalista Roberto Marinho. Empresário, presidente do conselho editorial e vice-presidente das Organizações Globo, também é membro do conselho do Instituto Millenium. Iniciou a carreira como jornalista no conceituado jornal O Globo. Atualmente controla a Fundação que recebe o nome de seu pai e cuida das emissoras de rádio do grupo.

A Rede Globo é uma das maiores emissoras de televisão do mundo. Atualmente, cobre 98,44% do território nacional, atingindo 5.482 municípios e 99,50% da população, com cerca de 90% de programação própria.


Frédéric Bastiat

 

A série “O Que se Vê e o Que Não se Vê“, de Frédéric Bastiat, transita da equivocada visão de que a destruição pode gerar riqueza, passando pela ilusão de que obras sem utilidade podem ser benéficas por gerarem empregos. Aborda, ainda, a falsa ideia de que as máquinas prejudicam os trabalhadores mais simples, os problemas da desenfreada concessão de crédito por políticas públicas, até a importância que têm na sociedade os indivíduos que poupam.

Nascido em Bayonne, no sudoeste da França, em 30 de junho de 1801, Bastiat ficou órfão aos sete anos de idade. Aos 17 anos, começou a trabalhar com o seu tio no comércio, o que, no entanto, não o afastou dos estudos. Apaixonado pelo saber, leu tudo o que estava ao seu alcance e, ainda muito jovem, se debruçou sobre os ensinamentos de Adam Smith e Jean-Baptiste Say.

Aos 24 anos, com o falecimento do seu avô, Bastiat herdou uma vasta propriedade rural. Daí em diante, dividiu seu tempo entre os estudos e a administração das terras herdadas, alcançando sucesso em ambas as atividades. Após ocupar o posto de recebedor de impostos, lutar na Revolução de 1830, atuar como juiz de paz de seu cantão e fazer parte do Conselho Geral do Departamento de Landes, em 1848, foi eleito deputado constituinte e, posteriormente, membro da Assembleia Legislativa.

Parlamentar ativo e independente, discursava, participava de comissões e, principalmente, escrevia. Escrevia muito, sem descanso, com ousadia, perseverança e sagacidade. Seus ensaios eram publicados em panfletos, revistas e jornais e sua correspondência era vasta. Mesmo sofrendo de tuberculose, não parou de escrever. Já doente publicou Harmonias Econômicas e Harmonias Sociais. Em 24 de dezembro de 1850, incapaz de continuar a luta contra a tuberculose, Bastiat faleceu, deixando como legado as suas ideias, expostas com singular maestria em seus escritos.

O livro de ensaios “O que se vê e o que não se vê”, de Frédéric Bastiat, será distribuído para o público do 26° Fórum da Liberdade. A versão digital da obra já está disponível para download gratuito no site do evento.


Mostra Cidade Sem Impostos


A vida da população sem a incidência de impostos é mostrada de forma real no 26º Fórum da Liberdade. A edição de 2013 apresenta a mostra Cidade sem Impostos, que dá a chance para as pessoas verem na prática como seria a realidade da vida do brasileiro se os produtos que consome não tivessem o acréscimo dos tributos.

Na estrutura de 150 m² montada para a mostra, foram construídas duas réplicas de moradias brasileiras. A primeira, foi montada para representar uma residência em uma cidade comum, com produtos comprados considerando a carga tributária vigente, retratando o que temos hoje por situação normal de consumo. Já a segunda representa uma casa situada em uma Cidade sem Impostos, onde os produtos e serviços são livres do pagamento de tributos ao governo. As duas residências foram montadas, mobiliadas e decoradas com um mesmo orçamento familiar. Ainda assim, em comparação com a cidade comum, a Cidade sem Impostos permite um maior poder de compra, refletindo em mais qualidade e quantidade de produtos consumidos.

Com isso, por meio dos móveis e dos objetos que compõe as moradias, é mostrado o padrão de vida que uma família média poderia ter se não pagasse impostos ao consumir os produtos cotidianos. Os estabelecimentos ao redor das casas também refletem a situação da cidade, com ou sem impostos.

Considerando que os tributos estão embutidos no preço dos produtos e não são discriminados na hora da compra, o indivíduo não tem condições de identificar o quanto paga efetivamente pela mercadoria e o quanto está pagando aos cofres públicos. A mostra Cidade sem Impostos busca, justamente, mostrar essa realidade que não é tão facilmente percebida no dia a dia. É um dos mais claros exemplos “do que se vê e do que não se vê”, série de artigos do economista e pensador político francês Frédéric Bastiat, que inspira o Fórum da Liberdade desse ano. Para que a visualização e a comparação dos preços seja facilitada, todos os produtos, de ambas as casas, foram marcados, sejam móveis, aparelhos de tecnologia, bens de decoração e alimentos, mostrando o preço dos mesmos com e sem imposto.


IEE lança novo logotipo do Fórum da Liberdade


Entre as novidades deste ano está o novo logotipo do Fórum da Liberdade. O trabalho foi desenvolvido pela agência Paim seguindo os valores e as ideias do evento, com o objetivo de representar não somente a 26ª edição, que acontecerá em 2013, mas, sim, o Fórum da Liberdade em sua totalidade, como espaço de debate político, econômico e social.

Na atualização da marca, foram agregados elementos que remetem à discussão e ao desenvolvimento de propostas e ajudam a mostrar a força e a real dimensão do Fórum da Liberdade.  O novo símbolo foi criado para representar a visão do todo e a livre troca de ideias, compreendendo conceitos como inovação, evolução e solidez, além de trazer cores e linhas mais modernas.


IEE lança 17ª edição da série Pensamentos Liberais

O Instituto de Estudos Empresariais (IEE) lançou, no dia 25 de março, o livro da série Pensamentos Liberais – Volume XVII, que discute os avanços concretos conquistados desde a primeira edição do Fórum. Os articulistas abordam o tema “Até onde chegamos?” a partir de diferentes pontos de vista relacionados ao 26° Fórum da Liberdade, como Educação Básica, Gasto Público, Segurança Pública, Infraestrutura, Protecionismo, Liberdade de Imprensa e Empreendedorismo.

O projeto tem a coordenação do associado do IEE, Frederico Hilzendeger, e conta com a participação de 20 articulistas: Camile Costa, Daniel Goldsztein, Diego Py Souza, Diogo Horn, Eduardo Fuhrmeister, Eduardo Reimann, Fábio Ostermann, Fernando Ulrich, Frederico Hilzendeger, Gustavo Goldschmidt, Joana Sopper, José Pedro Teixeira, Júlio Lamb, Lauren Teixeira, Lucas Cassiano, Lys Lenhart, Maurício Tavares, Renata Frare, Ricardo Pechansky Heller, Ricardo Petersen, Thomas Cesa.